Décima Quarta Lei:  Lei da limitação do Fluxo de Energia.
Primeira Lei: Lei do
Desdobramento Espiritual (Lei básica da Apometria).
Enunciado: “Toda vez que, em situação experimental ou normal, dermos uma ordem de comando a qualquer criatura humana, visando a separação do seu corpo espiritual – Corpo Astral – do seu corpo físico, e, ao mesmo tempo, projetarmos sobre ela pulsos energéticos através de uma contagem lenta, dar-se-á o desdobramento completo dessa criatura, conservando ela sua consciência”.
Técnica: é muito simples.
Com o comando, emitem-se impulsos energéticos através de contagem em voz alta –
tantos (e tantos números) quantos forem necessários. De um modo geral, bastam
sete – ou seja, contagem de
Comentário: Nesta lei geral se baseia a Apometria. No campo dos fenômenos anímicos a técnica de sua aplicação representa uma verdadeira descoberta. Ela possibilita explorar e investigar o plano astral, com bastante facilidade. Não há condições, é evidente, de nos aprofundarmos até abismos trevosos do interior do planeta, nem nos permite a ascensão a píncaros espirituais, mas com ela podemos assistir os desencarnados na erraticidade, com vantagens inestimáveis tanto para eles como para os encarnados que lhes sofrem as obsessões.
Através do desdobramento dos
médiuns, temos um acesso mais fácil e eficaz às entidades do astral, pois
podemos senti-los, compreende-los e fazer-nos sentir com mais facilidade.
Segunda Lei: Lei do
Acoplamento físico.
Enunciado: “Toda vez que se der um comando para que se reintegre no corpo físico o espírito de uma pessoa desdobrada, (o comando se acompanhando de contagem progressiva), dar-se-á imediato e completo acoplamento no corpo físico”.
Técnica: Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiro a sua volta para perto do mesmo. Em seguida, projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo que se comanda a reintegração no corpo físico.
Comentário: Caso não seja
completada a reintegração plena, a pessoa pode sentir tonturas, mal-estar ou
sensação de vazio que pode durar algumas horas. Via de regra,
há reintegração espontânea e em poucos minutos, mesmo sem qualquer comando. Não
existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce poderosa
atração automática sobre o corpo astral. Em alguns casos especiais, mesmo com
médiuns bem treinados, pode ocorrer alguma demora para
que ocorra a plena reintegração. Nestes casos segura-se a pessoa pelas mãos e
conta-se novamente de
Permite aos médiuns um
acoplamento melhor, fazendo com que retornemos às nossas próprias vibrações com
mais rapidez e facilidade, sem ficarmos com miasmas ou mal estares indesejados.
Terceira Lei: Lei de ação à
distância, pelo espírito desdobrado (Lei das viagens astrais).
Enunciado: “Toda vez que se ordenar ao espírito desdobrado do médium uma visita a lugar distante, fazendo com que esse comando se acompanhe de pulsos energéticos através de contagem pausada, o espírito desdobrado obedecerá à ordem, conservando sua consciência e tendo percepção clara e completa do ambiente (espiritual ou não) para onde foram enviados”.
Nota importante: Esta lei, de
ordinário, só funciona em sensitivos videntes os quais, vias de regra,
conservam a vidência quando desdobrados.
Técnica: Ordena-se ao médium desdobrado a visita a determinado lugar, ao mesmo tempo em que se emite energia em contagem lenta. O médium se deslocará em corpo astral, seguindo os pulsos da contagem até atingir o local determinado.
Comentário: Como ele mantém sua vidência, quando solicitado, fornece informações bastante acuradas, do local visitado, astral e físico, com maior precisão do ambiente astral. Esta técnica é muito útil para realizar diagnósticos à distância e procedimentos objetivando o saneamento psíquico do ambiente visitado e prestar auxílio a pessoas físicas e espíritos desencarnados.
Nas viagens astrais sob
comando, temos acesso a lugares físicos ou astrais para melhor compreendermos o
que se passa com o assistido, ou seu acompanhante, e para melhor podermos
ajudá-los.
Quarta Lei: Lei da formação
dos campos-de-força.
Enunciado: “Toda vez que mentalizarmos a formação de uma barreira magnética, por meio de impulsos energéticos, através de contagem, formar-se-ão campos-de-força de natureza magnética, circunscrevendo a região espacial visada na forma que o operador imaginou”.
Técnica: Mentalizamos fortemente uma barragem magnética e projetamos energias para sua concretização, através de contagem até sete.
Comentário: A densidade desses campos e, por conseqüência, sua ação é proporcional à força mental que os gerou. Usa-se esta técnica, com ótimos resultados para proteger ambientes de trabalho, espiritual ou físico, bem como para a contenção de espíritos rebeldes. Os antigos egípcios eram peritos nesta técnica, pois seus campos-de-força, feitos para proteger túmulos, imantação de múmias, etc, duram até hoje. A forma do campo tem grande importância. Os piramidais (os tetraédricos), são poderosos.
Com os campos de força
ativados, estaremos mais protegidos e amparados pela equipe espiritual socorrista, tendo uma assistência ainda maior para os
trabalhadores, assistidos e necessitados (obsessores).
Quando enquadramos uma entidade numa pirâmide espelhada, é para sua proteção
acima de tudo.
Quinta Lei: Lei da
Revitalização dos Médiuns.
Enunciado: “Toda vez que tocarmos o corpo do médium (cabeça, mãos), mentalizando a transferência de nossa força vital, acompanhando-a da contagem de pulsos, essa energia será transferida. O médium começará recebe-la, sentindo-se revitalizado.”
Técnica: Pensamos fortemente na transferência de energia vital de nosso corpo para o organismo físico do médium. Em seguida tomamos suas mãos ou colocamos nossas mãos sobre suas cabeças, fazendo a contagem lenta. A cada número pronunciado, massa de energia vital - oriunda de nosso próprio metabolismo – é transferida para o médium.
Comentário: Usamos esta técnica, habitualmente, depois da aplicação de passes magnéticos em pacientes muito desvitalizados. Com isso, é possível fazer os médiuns trabalharem por duas a três horas consecutivas, sem desgaste apreciável. A cada 30 minutos se transfere energia vital para os médiuns individualmente, os quais, deste modo, podem trabalhar sem grande desgaste.
Com a Revitalização do médium
estaremos sempre dispostos e prontos para o trabalho, mesmo que ele se alongue
um pouco mais.
Sexta Lei: Lei da Condução do
Espírito Desdobrado, de Paciente Encarnado para os planos mais altos, em
Hospitais do Astral.
Enunciado: “Espíritos desdobrados de pacientes encarnados somente poderão subir a planos superiores do astral se estiverem livres de peias magnéticas”.
Técnica: Quando desejamos
encaminhar ao plano astral, especialmente à hospitais
espirituais, consulentes cujo corpo astral estiver envolvido em laços, amarras
e toda sorte de peias de natureza magnética, colocadas por obsessores
ou por sua própria mente enferma, faz-se necessário limpá-los. Isso se
consegue, facilmente, pela ação dirigida dos médiuns desdobrados ou por
comandos do próprio dirigente do trabalho. Nestes casos basta dar o comando
mental, contando de
Comentário: Temos
observado que os passes usuais em casas espíritas não resolvem esses casos,
porém são de grande auxílio, pois já preparam o assistido para o trabalho
apométrico.
Conduzindo espíritos de
encarnados desdobrados para hospitais do astral, estaremos ajudando os
assistidos a terem um tratamento necessário nos corpos que estejam precisando
de reequilíbrio, orientação e harmonização;
tratamento este feito pelos espíritos socorristas,
trabalhadores do hospital. Lembramos que para isso ocorrer,
se faz necessário a limpeza das peias magnéticas, aparelhos colocados
indevidamente, laços, amarras assim como da elevação de seu padrão vibratório,
o que já implica numa melhora superficial.
Sétima Lei: Lei da Ação dos
Espíritos Desencarnados Socorristas Sobre os
Pacientes Desdobrados.
Enunciado: “Espíritos socorristas agem com muito mais facilidade sobre os enfermos se estes estiverem desdobrados, pois que uns e outros, desta forma, se encontram na mesma dimensão”.
Técnica: Desdobrados os espíritos dos consulentes, através de pulsos energéticos, como já visto anteriormente, basta solicitar às equipes de socorristas, diagnóstico e tratamento dos males que os afligem.
Comentário: Os médiuns videntes, via de regra, acompanham e mesmo auxiliam nos diagnósticos e procedimentos terapêuticos prescritos. Quando solicitados passam informações ao diretor dos trabalhos e pedem sua intervenção quando necessária.
Uma vez desdobrados, podemos
receber o auxílio dos espíritos socorristas com muito
mais facilidade, segurança e eficácia (tanto médiuns como assistidos).
Oitava Lei: Lei do Ajustamento
de sintonia vibratória dos Espíritos Desencarmados
com o Médium ou com outros espíritos desencarnados, ou de ajustamento da
sintonia destes com o ambiente para onde, momentaneamente, foram enviados.
Enunciado: “Pode-se fazer a ligação vibratória de espíritos desencarnados com médium ou entre espíritos desencarnados, bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde foram colocados, para que percebam e sintam nitidamente a situação vibratória desses ambientes”.
Técnica: Quando se quiser entrar em contato com desencarnado de nível vibratório compatível com nosso estado evolutivo, presente no ambiente, projeta-se energia em forma de pulsos rítmicos, ao mesmo tempo em que se comanda a ligação psíquica.
Comentário: Por essa técnica se estabelece a sintonia vibratória entre médium e desencarnado, facilitando muito a comunicação. Ela abre canal sintônico entre a freqüência fundamental do médium e do espírito. Emitidos por contagem, os pulsos energéticos fazem variar a freqüência do médium como acontece nos receptores de rádio, quando giramos o dial, do capacitor variável, até estabelecer ressonância com a estação emissora que se deseja. Se o espírito comunicante for enfermo, sofredor ou maldoso, portanto de baixo padrão vibratório, tão logo aconteça a desincorporação devemos elevar o padrão vibratório dos médiuns. Se isso não for feito, ele ficará por algum tempo sofrendo as limitações do espírito comunicante. Nesses trabalhos, muitas vezes, nos despontamos com espíritos revoltados, vingativos e mesmo maldosos que não aceitam dialogar ou modificar suas condutas através de doutrinação, por mais lógica, ética e amorosa que seja. Neste caso somos levados a fazer com que sintam o ambiente, isto é, entrem em sintonia com as vibrações negativas que estão emitindo, no presente ou em ressonância com as vibrações opressivas que desencadearam no passado. Tão logo projetamos energias em forma de pulsos, por contagem, a sintonia se estabelece, causando grande constrangimento ao espírito agressor. Assim constrangido, o espírito permanecerá nesta situação até que o campo vibratório se desfaça por ordem do operador. Assim tratados os espíritos revoltados, criticados por companheiros da Doutrina Espírita que dizem que com tais procedimentos, estamos julgando nosso próximo e interferindo em seu livre arbítrio. Sem qualquer intenção de contender, temos respondido que nossa ação sempre visa o bem do espírito revoltado ou agressor e que o direito de exercício do livre arbítrio termina quando invadimos ou violamos a liberdade/direito do nosso próximo. Não fosse assim, a sociedade, da qual somos parte ativa, não deveria coibir a ação criminosa dos delinqüentes no pleno exercício da razão.
Ajustando a sintonia
vibratória dos espíritos encarnados com os médiuns, facilitamos a aproximação e
o melhor atendimento destes. Ajustando a sintonia com outros espíritos
desencarnados, facilitamos sua visão e audição para perceberem entes queridos e
receberem a ajuda que precisam; e ajustando a sintonia com outros ambientes, podemos envia-los a lugares que foram importantes para eles,
fazendo com que caiam em si sobre certos acontecimentos, ou ainda envia-los
para lugares onde possam ser tratados de acordo com sua necessidade. (no caso
de magos negros, podemos faze-los reencontrar seus
mestres para que possam conver-sar com eles e
compreender que estão no caminho errado e o quanto estão perdendo com isso).
Ou, ainda, fazê-los sentir as vibrações negativas que estão emitindo e as
vibrações opressivas que desencadearam no passado.
Nona Lei: Lei do deslocamento
de um espírito no espaço e tempo.
Enunciado: “Se ordenarmos a um espírito incorporado a volta a determinada época do passado, acompanhando-a de emissão de pulsos energéticos através de contagem, o espírito retorna à época do passado que lhe foi determinado”.
Técnica: Para deslocar um espírito no espaço e;ou tempo, podemos fazê-lo determinando, através da emissão de pulsos energéticos acompanhados de contagem, que regrida a tal ou qual época ou que se desloque ao local que se deseja.
Comentário: Só se obriga um espírito a retornar ao passado para mostrar-lhe suas vivências, suas vítimas, sua conduta cruel, os acontecimentos traumáticos que viveu nesta ou em vidas passadas, com o objetivo de esclarece-lo sobre as leis éticas que regem a vida ou, no caso de espíritos encarnados, para superar síndromes ocorrentes nesta vida com causa em vivências passadas. No caso de consulentes, parece-nos que a técnica funciona com mais objetividade e segurança do que aquelas usualmente empregada em “Terapia de Vidas Passadas” pelo fato de que o operador auxiliado por sensitivos treinados e/ou por mentores espirituais incorporados ou não, consegue atingir com grande objetividade os fatos mais relevantes determinantes das síndromes. Outrossim, a orientação de um mentor espiritual auxilia-nos a não cair no erro de tocar em pontos ou feridas que não devam, de momento, ser relembradas.
O deslocamento de um espírito
no espaço e tempo é muito importante para esclarecer certos acontecimentos que provocaram
certos desafetos, certos acontecimentos traumáticos, esclarecer as leis éticas
que regem a vida, e no caso de espíritos encarnados, superar síndromes
ocorrentes nesta vida, com causa em vidas passadas (com muito mais segurança do
que numa terapia de vidas passadas, pois o assistido não revive as cenas, com
suas emoções, apenas toma conhecimento delas através de uma incorporação num
médium, onde as sensações, medos, traumas são esclarecidos e trabalhados e o
nível é enviado ao hospital, retornando equilibrado quando do acoplamento).
Nesta lei, além do envio
mental das entidades ao passado, podemos trabalhar obsessores
e níveis de consciência que se encontram depressivos, desencantados e cansados,
enviando-os ao “futuro”. A técnica consiste em mostrarmos uma luz azul à sua
frente e pedir que ele se encaminhe para ela e se deixe envolver nela.
Mostramos então a imagem de Jesus (que na verdade representa a “sua” parte
divina) e fazemo-los sentir essa vibração serena, suave, que os enche de
esperança, fé, e força para prosseguirem na caminhada. Assim envolvidos, os
trazemos de volta. Normalmente, eles retornam mais confiantes, seguros e bem.
No caso de níveis, ao serem acoplados todos os corpos, o assistido levará
consigo todos esses sentimentos de amor, esperança e tranqüilidade.
Décima Lei: lei da dissociação
do espaço-tempo.
Enunciado: “Se, por aceleração do fator Tempo, colocarmos no Futuro um espírito incorporado, sob o comendo de pulsos energéticos, ele sofre um salto quântico, caindo em região astral compatível com seu campo vibratório e peso específico karmico negativo, ficando imediatamente sob a ação de toda a energia Karmica negativa de que é portador”.
Técnica: É muito simples: projetamos energias magnéticas por pulsos rítmicos através da conta-gem, sobre o espírito incorporado, ao mesmo tempo em que se lhe dá ordem para saltar para o Futuro.
Comentário: Segundo o Dr.
Lacerda, esta técnica só deve ser empregada com espíritos desencarndos,
visando esclarecê-los. Ela vem sendo usada para espíritos encarnado,
incorporados em médiuns, sem que tenhamos notado qualquer prejuízo ao
consulente. A grande diferença são os resultados: no caso do desencarnado o
efeito pode ser altamente positivo e imediato quanto a
mudança de conduta. No caso do encarnado os resultados, até agora, são poucos
animadores. Cremos que isto se deve ao fato de que há filtros ou barreiras
poderosas, bloqueando a passagem da mensagem do cérebro do campo astral
(inconsciente?) para o cérebro físico, sede da memória e consciência atual. Um
espírito ao ser desassociado do espaço em que se encontra, através da
aceleração do fator Tempo dá um verdadeiro salto quântico. O afastamento do
espaço normal não acontece de maneira progressiva, e sim por saltos, até se
instalar num espaço do Futuro. Se o espírito é muito revoltado e cruel, entra
em sintonia com vibratória com mundos hostis, de baixíssima vibração, pois ao
acelerar-se o tempo, a carga harmônica que ele resgataria normalmente e que
seria distribuída ao longo desse tempo, fica acumulada, toda ela, de uma só vez
sobre ele. Esta é a causa da terrível opressão, da qual eles se queixam quando
projetados ao encontro de sua carga kármica. Devemos
ter muito cuidado e ética cristã (amor e responsabilidade) na aplicação desta
técnica. Se o desligamento com o médium ocorrer, de repente, ele poderá ser
“esmagado” por essa força e seu corpo astral poderá ser transformado em
“ovóide”. Devemos ter o cuidado de traze-lo de volta,
lentamente a época presente. Caso contrário, estaremos
violando a Lei Cósmica e, conseqüentemente, criando problemas para nós
próprios. (Exemplo do caminhão de tijolos)
Ao colocarmos um espírito
desencarnado incorporado no futuro (se ele continuar acumulando negatividade
indo pelo caminho escolhido), estaremos mostrando a ele sua carga (energia cármica negativa) acumulada e o resultado que ela trará.
(caminhão de tijolos)
Décima-Primeira
Lei: Lei da Ação Telúrica sobre os espíritos desencarnados que evitam a
reencarnação.
Enunciado: “Toda vez que um espírito desencarnado, possuidor de mente e inteligência bastante fortes, consegue resistir à Lei da Reencarnação, sustando a aplicação dela nele próprio, por longos períodos de tempo (para atender a interesses mesquinhos de poder e domínio de seres desencarnados e encarnados), começa a sofrer a atração da massa planetária, sintonizando-se em processo lento, mas progressivo, com o Planeta. Sofre apoucamento do padrão vibratório, por que o Planeta exerce sobre ele uma ação destrutiva, deformante, que deteriora a forma do espírito e de tudo o que o cerca, em degradação lenta e inexorável”.
Técnica: Esta lei não é aplicada pela ação do operador, mas é um determinismo que se abate, automaticamente, sobre todos os que ousam violar as Leis Divinas por longos períodos do Tempo Cósmico. O operador age apenas alertando o espírito transgressor das Leis Cósmicas, mostrando-lhe, através de um espelho ou 1 autovisão, o estado a que está sendo levado por sua ação maléfica.
Comentário: Ninguém burla as Leis Divinas impunemente. Quem se contrapõe ao ciclo das reencarnações, repelindo oportunidades evolutivas; quem abomina, como repugnante a experiência e o aprendizado na carne; quem prefere as ilusões do poder, através do domínio tirânico de seres encarnados ou não, ou de vastas regiões do astral inferior, aferra-se inconscientemente e automaticamente, à massa do Planeta e se afunda nele em trágico retrocesso. Este fenômeno só acontece com espíritos detentores de inteligência e poder mental suficiente para sustar as próprias encarnações durante séculos, prejudicando a própria evolução.
O esclarecimento desta lei às
entidades desencarnadas, os ajuda a tomar o rumo certo em suas decisões.
Décima-Segunda
Lei: Lei do choque do tempo.
Enunciado: “Toda vez que levarmos ao Passado espírito desencarnado e incorporado em médium, fica ele sujeito a outra equação de Tempo. Nessa situação, cessa o desenrolar da seqüência de Tempo tal qual o conhecemos, ficando o fenômeno temporal atual sobreposto ao Passado”.
Técnica: Consiste no emprego de pulsos energéticos através de contagem.
Comentário: A compreensão desta lei, bem como de outras que envolvem deslocamentos ao passado e futuro implica em aceitar que o binômio Tempo-Espaço não se aplica à dimensão astral. Esta é a razão pelo qual os espíritos, mesmo evoluídos, têm dificuldade de se situar na nossa dimensão de tempo. Por outro lado, é comum, em trabalhos espirituais, nos depararmos com espíritos vivendo no passado remoto, sem se aperceberem que o Tempo passou. No caso desta lei, o espírito é levado ao Passado. O Dr. Lacerda explica que o deslocamento para o Passado cria tensão de energia potencial entre a situação presente e os deslocamentos para o Passado. Enqto o espírito permanecer incorporado ao médium, nada lhe acontece, apenas passa a viver e vislumbrar a nova situação que lhe foi imposta. No entanto, se for bruscamente desligado do médium, sai do campo de proteção do mediador e fica como que solto na outra dimensão espaço-tempo. Recebe, então, em cheio a energia potencial criada pelo deslocamento, energia esta sorte o bastante para coloca-lo numa espécie de “coma”. Exemplo do mago do antigo Egito.
O choque do tempo é uma lei
divina. Quando aplicamos as leis de dissociação de tempo e espaço, o fazemos
seguindo as técnicas de proteção e sempre sob a orientação da equipe
espiritual. Desta forma, estaremos trabalhando dentro das leis do choque do
tempo, tirando sempre bom proveito dela. Caso o espírito, desconhecendo essa
lei e tendo poderes para isso, “fuja” da proteção dos socorristas,
ele estará sujeito a ela, que pode transforma-lo num
ovóide,ou coloca-lo num “coma” profundo. Se isso ocorrer, temos a
responsabilidade de resgata-lo, traze-lo para o
presente e entrega-lo para tratamento adequado pelos trabalhadores da
espiritualidade.
Décima-Terceira
Lei: Lei da influência dos espíritos desencarnados, em sofrimento, vivendo
ainda no passado, sobre o presente dos doentes obsidiados.
Enunciado: “Enquanto houver espíritos em sofrimento do Passado de um obsidiado, tratamentos de desobsessão não alcançarão pleno êxito, continuando o enfermo encarnado com períodos de melhora seguido por outros de profunda depressão ou de agitação psicomotora”.
Técnica: Em
primeiro lugar, procede-se ao atendimento dos obsessores
que se encontram em volta do paciente, retirando-os para estâncias do astral
especializadas no tratamento de tais casos. O encaminhamento de tais espíritos
se faz através de comandos mentais, acompanhados de contagem, geralmente de
Comentário: Não se deve jamais deixar obsessores soltos. Deixa-los soltos após breve doutrinação evangelizadora (como feito habitualmente em casas espíritas) é pouco produtivo. Não é com um diálogo de poucos minutos, ou mesmo com orações, que se demovem perseguidores resistentes ou magos negros. Em casos de obsessões complexas, em que cobranças de ações cometidas em passado delituoso, são feitas por legiões de espíritos vingadores, são necessários sucessivos trabalhos, abrindo faixas de vidas passadas, uma após outra, até que todos sejam afastados. A cura definitiva só ocorrerá com a evangelização do enfermo que, esclarecido e iluminado pela Boa Nova do Cristo, passará a vibrar em amor e vivendo o amor, criará um campo protetor que o tornará imune à ataques conscientes ou insconcientes.
Nesta lei, esclarecemos espíritos desencarnados que se encontram presos ao passados e ligados a vidas passadas dos assistidos.
Décima quarta Lei: Lei da limitação do Fluxo de Energia. Esta Lei consta do livro: "Energia e Espírito: Teoria e prática da Apometria" de José Lacerda de Azevedo.
Enunciado: "O Fluxo de energia produzido pela mente, em nível cósmico, é diretamente proporcional à energia cósmica multiplicada pela energia de zoom-animal e inversamente proporcional à energia barôntica (baros-peso) oriunda da estrutura humana e, conseqüentemente, de baixa freqüência".
S é a energia mental
resultante de todas as energias postas em jogo.
K é a energia kapa proveniente da energia cósmica e da
espiritualidade
Z é a energia Zôo proveniente dos trabalhadores
β é a energia barôntica proveniente das influências negativas
a que estão sujeitos os trabalhadores.
Comentários: Como vemos esta lei que talvez pudéssemos chamá-la de "Lei da limitação do vetor, pela ação dos fatores barônticos, inerentes a condição da imperfeição humana", não tem aplicação prática, como técnica, mas é da maior importância para o êxito da aplicação das técnicas decorrentes das demais Leis da Apometria. Segundo Lacerda de Azevedo, o vetor barôntico é parte habitual dos encarnados (médiuns, operadores e consulentes), podendo ser considerado como uma constante em nossas vidas. Ele é de origem barôntica, isto é, de baixo padrão vibratório e, consequentemente, mais denso e pesado. Basicamente é fruto do egoísmo, vaidade, ira, pensamentos negativos e falta de controle emocional tão comum e fortemente presente no homem profano. Quanto mais denso for este fator negativo, mais pesado se torna, mais inércia possui e mais reduz e, limita a ação de produto dos dois vetores positivos K e Z, com os quais se amalgama.
Regra de ouro da apometria: “Aqui, no entanto, devemos clarinar um vigoroso alerta, para os entusiasmos que possamos estar provocando. Como fundamento de todo esse trabalho – como, de resto, de todo trabalho espiritual – deve estar o amor. Ele é o alicerce. Sempre. As técnicas que apontamos são eficientes, não temos dúvidas. O controle dessas energias sutis é fascinante, reconhecemos. Mas se tudo não estiver impregnado de caridade, de nada valerá. Mais: ao lado da caridade, e como conseqüência natural dela, deverá se fazer presente a humildade, a disposição de servir no anonimato. Se faltar amor e disposição de servir pelo prazer de servir, corremos perigo de incorrer na má aplicação das técnicas e do próprio caudal de energia cósmica, tornando-nos satânicos por discordância com a Harmonia Universal. Advertimos que através da obediência dos preceitos evangélicos, somente através dela, experimentadores e dirigentes podem desfrutar de condições seguras para devassar esses arcanos secretos da natureza, com adequada utilização dessas “forças desconhecidas”.