Apometria

Apometria é um conjunto de princípios e técnicas de canalização de energias que tem como objetivo o tratamento, a harmonização e a conscientização dos vários aspectos que movem as energias humanas. O ponto central da prática apométrica é o desdobramento induzido, também chamado de projeção da consciência, fenômeno psíquico denominado sonambulismo magnético por Allan Kardec, o codificador do espiritismo.

Apometria não é doutrina, nem filosofia, tampouco religião. Apesar de se valer de princípios comuns a diversas doutrinas espiritualistas, especialmente o Espiritismo, tem uma postura ética-filosófica fundamentada no servir com amor e por amor.

 

A apometria não é uma panaceia ou mágica, isto é, não é a cura para todos os problemas, sejam eles do físico ou do espírito, que libera de sofrimento, quando este é necessário para libertação cármica do ser, necessitando da participação ativa da pessoa que solicita ajuda e de seu merecimento. É apenas uma técnica complementar de investigação da alma humana, que trabalha com e para a espiritualidade.

 

No atendimento apométrico basicamente são realizados a (o):

  • limpeza, alinhamento e cura dos corpos formadores do agregado humano;

  • limpeza e regulagem de chakras (centros de força);

  • alinhamento e tratamento para os nossos níveis de consciência (encarnações em vidas passadas, extratos de personalidade ainda apegados à existência em que viveram e possuem conhecimento de si mesmos podendo ajudar ou atrapalhar a encarnação atual);

  • proteção e equilíbrio e ainda limpeza e harmonização do lar do assistido.

 

Em casos de desobsessão mais complexos a apometria é muito abrangente, profunda e direta. Assim a entidade obsessora, pode ser recolhida e tratada posteriormente nos hospitais ou locais específicos no astral.

 

Lembrando a regra de ouro da Apometria:

Devemos alertar vigorosamente, para os entusiasmos que possamos estar provocando. Como fundamento de todo este trabalho ― como, de resto, de todo o trabalho espiritual ― , deve estar o Amor. Ele é o alicerce. Sempre.” (José Lacerda de Azevedo)